A independência do Brasil de Portugal, foi motivação para que o Imperador do Brasil em 1824, Dom Pedro I, fizesse um hino que simbolizaria

essa separação, e viraria o Hino da Independência do Brasil.

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Dom Pedro I usou o poema de Evaristo Ferreira da Veiga e Barros (Que era jornalista, político e poeta, que já tinha escrito o poema em 1822 e tinha o nome de “Hino Constitucional Brasiliense”, que foi musicalizado pelo Maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal), que já simbolizava essa independência, tenhamos em mente que este poema foi antes do grito, mas Evaristo já sentia como andava as coisas entre a corte real portuguesa e o Brasil.

Em 1833 Evaristo reivindicou os direitos em cima do hino, dizendo que há ele pertencia os direitos sobre o hino. Dom Pedro praticamente pegou o poema e copiou, são poucas as partes que sua autoria. Com essa disputa o hino ficou de lado, sendo executado apenas na comemoração dos 100 anos da independência a versão de Marcos Portugal.

Brava gente brasileira!
Longe vá… temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Esse direito Evaristo ganhou, mas durante a ‘Era Vargas’, o Ministro da Educação e Saúde Gustavo Capanema, reuniu uma comissão para decidir os hinos nacionais originais, que no fim escolheu a versão de Dom Pedro I como o oficial Hino da Independência.