Muitos são os textos e artigos constatando o fim das mídias físicas e de que esse processo moroso está impedindo a evolução.  A maior parte dos  nascidos do final década de 90 para cá,  não possuem intimidade ou qualquer afeto pelas mídias físicas. Para muitos desses jovens, vinis e cd’s são coisas do passado.

DISCExistem inúmeros estudos comprovando que o formato digital é superior ao formato físico em questões de qualidades, por mais que existe sempre alguém que diga “os graves do Vinil mostram sua superioridade”.  Isso é um completo equívoco. Embora sua superioridade em questões tecnológicas, a mídia física traz consigo algo que um formato digital não pode trazer.


Como dito anteriormente no artigo A Onda do Vinil,  “Um bom colecionador de vinil entende que a experiência em ouvir a agulha passar pela trilha é única e traz diferentes sensações. Uma delas, sem dúvida, a nostalgia de tempos de outrora. Ouvir o som tocar em uma vitrola ou toca-discos lhe permite uma viagem no tempo. Outro ponto é o fato de admirar a capa e o encarte do mesmo enquanto ouve as músicas daquele determinado álbum. Todo esse ritual faz parte de um processo de nostalgia que somente o colecionador entende.”

IpodDeveras! Relembrar o passado da música é algo realmente prazeroso para aqueles que gostam dessa nostalgia. Porém, é possível que se faça a junção entre passado e presente. Afinal, ninguém consegue carregar um toca-disco em um ônibus e ouvir no fone! Ou talvez fazer uma caminhada , corrida ou academia.  O formato digital não traz a mesma nostalgia que o vinil, mas traz a praticidade que o mesmo não consegue proporcionar.


Então chegamos ao titulo: Formato físico ou digital? O que o formato físico e o digital possuem em comum, é a arte. Esta arte é a que deve ser apreciada independente de qual forma que você a recebe.  O mundo é enorme, e tão grande é a sua diversidade. Tem espaço para todos os  gostos, até mesmo para quem queira aproveitar o velho e o novo.