Uma letra cheia de pensamentos confusos e sombrios. Entender o que Jim Morrison (líder e vocalista da banda The Doors) queria passar é um trabalho difícil e que até hoje várias pessoas possuem várias variáveis supondo o que realmente queria passar.

Há uma linha de pensamento que diz que Morrison estava passando na canção os conceitos de Friedrich Nietzsche, naqueles tempos que se buscava sempre o melhor e além que o ser humano pode dar, e nele ele cita a mãe (Dionísio) em que ele não quer o mal, e tem o pai (Apolo) quem ele quer “matar”.

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Outra linha seria o fim de relacionamento com a Mary Werbelow, com quem ele tinha um grande carinho. Mas uma linha de pensamento seria por causa de uma peça chamada “Édipo Rei de Sófocles” uma tragédia grega. E um último pensamento seria sobre a guerra do Vietnã.

O mais provável será a junção desses pensamentos, até porque a letra não é continuação com a outra, elas são distintas, mas todas têm o mesmo pensamento: O Fim.

Alguns exemplos do fim e da loucura de pensamentos:

“Este é o fim, meu único amigo”

“O assassino acordou antes do amanhecer”

“Perdidos numa imensidão romana de dor. E todas as crianças estão loucas”

“Dói te libertar, mas você nunca iria me acompanhar”

É uma mistura de ideias, não quero vim aqui e colocar um sentido nessa música, até porque não há relatos de Morrison que confirme alguma coisa, ao contrário, nas poucas vezes que ele falou complicou mais ainda.

A marca do início da ópera rock, “The End” foi trilha de alguns filmes: ” Who’s That Knocking at My Door”. “Apocalipse Now” e “The Doors-O filme”. Um clássico do rock, sombrio e hipnotizador.